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Desporto &
Desenvolvimento humano

O Aniversário do Comité Olímpico de Portugal

Equivocos, Paradoxos e Contradições 

novos dados

Gustavo Pires

O Comité Olímpico de Portugal (COP), no corrente ano de 2009, está a comemorar o grande equívoco que é a data do seu centésimo aniversário, na medida em que, hoje, está perfeitamente esclarecido que a data em questão não tem qualquer verdade histórica.

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Estudos Olímpicos

UM PAÍS OLÍMPICO SEM EDUCAÇÃO OLÍMPICA?

Nelson Todt

 O Prof. Nelson Todt, doutorado em Educação é docente na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul na cidade de Porto Alegre e líder do Grupo de Pesquisa em Estudos Olímpicos na mesma instituição. É Presidente do Comité Brasileiro Pierre de Coubertin.

Nelson Todt, na esteira de Lamartine DaCosta, faz parte de um escol de académicos e investigadores brasileiros tal como Katia Rubio, Otávio Tavares, Alberto Reppold, Márcia Neto, Roberto Mesquita, Hugo Lovisolo e, entre outros, Marcio Turini, que têm vindo a tratar as questões relativas ao Olimpismo numa perspectiva de desenvolvimento humano.

O trabalho de Nelson Todt UM PAÍS OLÍMPICO SEM EDUCAÇÃO OLÍMPICA? acabou de ser premiado pelo Ministério do Desporto do Brasil com o prémio "Brasil de Esporte e Lazer de Inclusão".

O Fórum Olímpico de Portugal para além de endereçar os parabéns ao autor tem o prazer de aqui divulgar o referido trabalho.

Valores e Condutas no Desporto

Do Monismo e Relativismo ao Pluralismo de 

John Kekes 

José Pinto Correia (*)
 
Com muita frequência se verificam discussões acesas acerca da moralidade e ética dos comportamentos e condutas de muitos agentes desportivos. Desde dirigentes de clubes, a dirigentes federativos, da administração pública desportiva, e mesmo a atletas e outros intervenientes habituais no fenómeno desportivo nacional, estão frequentemente em questão comportamentos, actos e condutas que são apreciadas e valoradas do ponto de vista da sua aceitabilidade e dignidade moral.

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Os Jogos Verdes

Os Jogos Verdes

Rute Filipe

Análise da inserção do contexto ambiental na organização dos Jogos Olímpicos – processo de candidatura a cidade anfitriã.

O COP e o Fim da História

A Data da sua Fundação

José Pinto Correia (*) 

 Prestou o Senhor Engenheiro Lima Bello algumas informações e esclarecimentos sobre o artigo publicado pelo Fórum Olímpico de Portugal sobre a perspectiva histórica da fundação do Comité Olímpico de Portugal.

Esses esclarecimentos estão aqui no sítio do FOP. Mas merecem que sobre o verdadeiro sentido e significado da história, da sua veracidade e verdade objectiva se façam alguns inevitáveis comentários, tendo nomeadamente em consideração a relevância das anteriores e actuais funções do Engenheiro Lima Bello no Movimento Olímpico nacional e internacional.

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Fernando Lima Bello (ex-Presidente do COP)

A Questão da Fundação do COP 

Relativamente ao trabalho publicado pelo Fórum Olímpico de Portugal intitulado "A Questão da Fundação do COP - Sem Anos", recebemos do Sr. Eng. Fernando Lima Bello os mails que agora divulgamos que, em nossa opinião, são mais uma achega extraordinariamente útil para se compreender porque é que existe tanta confusão à volta da data da Fundação do COP.

Agradecemos ao Sr. Eng. Lima Bello a sua disponibilidade, na certeza de que o Forum Olímpico de Portugal está aberto a todos aqueles que queiram comtribuir para a evolução do conhecimento histórico e actal, acerca do Movimento Olímpico .

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Mundial de 2018

Estratégias de Espanha e Portugal

José Pinto Correia (*)
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As Federações de Futebol de Espanha e Portugal comprometeram-se com a apresentação de uma candidatura conjunta para a realização do Campeonato do Mundo de Futebol em 2018 (ou mesmo em 2022, como alternativa).
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Há pouca discussão e análise crítica em Portugal sobre esta “empreitada conjunta” e ainda que aqui não seja a oportunidade de detalhar os elementos de avaliação económica dessa candidatura, ou mesmo sobre os benefícios desportivos e da projecção internacional de Portugal eventualmente derivados daquele evento, importa desde já lançar sobre a mesa um conjunto de elementos que estão ínsitos naquela candidatura conjunta.
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O “Erro de Descartes” e o Desporto

Educação Física Vs Educação Desportiva 

Manuel Sérgio

A Verbo editou, em 1977 (há 32 anos, portanto) o livro de Marcello Caetano, Minhas Memórias de Salazar. Na página 109, pode ler-se:

“A Mocidade Portuguesa tinha sido criada, em 1936, pelo ministro Carneiro Pacheco. Várias tentativas particulares de lançamento de movimentos da juventude a haviam antecedido, com bastante receptividade da gente nova: fora o caso do Nacional-Sindicalismo e, depois, da Acção Escolar Vanguarda.

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A Questão da Fundação do COP

Sem Anos

Gustavo Pires

O Comité Olímpico de Portugal (COP), durante o corrente ano, vai comemorar os seus cem anos de vida, mais concretamente a 26 de Outubro que é a data que nos seus estatutos consta como a data da sua fundação em 1909.

O problema é que o COP vai comemorar cem anos, sem que os tenha cumprido, na medida em que a data em causa não tem qualquer sentido. De facto, a referida data, de há diversos anos a esta parte, tem sido posta em causa, desde logo pelo antigo Inspector Superior da Direcção Geral dos Desportos, Dr. Orlando Azinhais, bem como pelo jornalista do Diário de Notícias Sequeira Andrade e até pelo actual presidente da Confederação do Desporto de Portugal o Prof. Carlos Cardoso.

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D. Carlos I - 100 Anos

A MONARQUIA E OS DESPORTOS NÁUTICOS

Carlos Manuel Gomes Henriques

O Remo e a Vela constituíram desde sempre, os passatempos de eleição dos monarcas portugueses como nos conta o Almirante Celestino Soares nos seus Quadros Navais:
Referindo-se a João da Bemposta, filho do infante D. Francisco, Duque de Beja e sobrinho de El Rei D. João V “…– Este filho do infante era muito dado às cousas do mar, como seu pai, que andava constantemente pelo rio no seu iate, acompanhando os navios de guerra que entravam e saiam; mas não era só ele que mostrava gosto pela marinha, era El Rei, que subia a bordo dos navios, era a Rainha, que os ia ver a sair a barra e na falta destes espectáculos divertia-se a passear pelo Tejo nos bergantins reais, seguidos de faluas com atabales, trompas, rebecas e outros instrumentos…”

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Desporto & Economia

Análise Económica de Eventos Desportivos

José Pinto Correia

O desporto de alta competição vive da realização de eventos desportivos associados às diferentes modalidades. Em Portugal tem-se apostado muitas vezes nos anos recentes na promoção da realização de eventos desportivos, alguns mesmo de grandes dimensões como foi o EURO 2004, alegando-se, além do mais, que eles são uma boa oportunidade para dar dimensão e visibilidade internacional ao nosso desporto.
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Aniversário do Comité Olímpico de Portugal

Equívocos & Teimosias

Há muito que se sabe que a data em que o Comité Olímpico de Portugal (COP) comemora o seu aniversário está errada.  Apesar disso, o COP não deixou de realizar em 11/11/2008 o Jantar do seu ilusório 99.º aniversário.

Quando os Estatutos do COP no seu artigo primeiro afirmam que "O Comité Olímpico de Portugal (COP), fundado em vinte e seis de Outubro de mil novecentos e nove", não estão a respeitar a verdade histórica.
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Esta atitude é tanto mais ridícula, quanto se sabe que, de há vários anos a esta parte, têm sido diversos os investigadores, entre outros,  Orlando Azinhais, Sequeira Andrade, Carlos Cardoso, a demonstrarem através de provas documentais que a data em que  o COP comemora o seu aniversário não tem qualquer sentido, está errada, só por teimosia não é reposta a verdade.
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A fim de que este assunto, um dia, possa entrar no domínio do respeito que deve ser atribuído à verdade histórica, aqui deixamos em primeira mão, mais um documento elucidativo do erro em que os dirigentes do COP insistem em laborar.
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De acordo com o documento que divulgamos, o COP só fará cem anos em 2012 e não em 2009 como pretendem os seus dirigentes. Ou, então, já fez cem anos em 2006 como nós próprios defendemos.  (ver mais)
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12/11/2008
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Gustavo Pires

Portugal nos Jogos Olímpicos

De Atlanta (1996) a Pequim (2008)

Alfredo Silva

Mérito desportivo e classificações obtidas nos 4 Jogos Olímpicos

 

Atlanta 1996

Sydney 2000

Atenas 2004

Pequim 2008

Classificação

N.º de classific.

Pontuação

N.º de classific.

Pontuação

N.º de classific.

Pontuação

N.º de classific.

Pontuação

Ouro

1

8

 

 

 

 

1

8

Prata

 

 

 

 

2

14

1

7

Bronze

1

6

2

12

1

6

 

 

sub-total

2

14

2

12

3

20

2

15

4.º lugar

2

10

1

5

 

 

1

5

5.º lugar

 

 

1

4

2

8

 

 

6.º lugar

1

3

1

3

2

6

 

 

7.º lugar

4

4

3

6

4

8

2

4

8.º lugar

 

 

 

 

2

2

4

4

sub-total

7

17

6

18

10

24

7

13

Total

9

31

8

30

13

44

9

28

.
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Jacques Rogge

Confirmada Recandidatura

Jacques Rogge presidente do Comité Olímpico Internacional (COI) desde 16 Julho de 2001, confirmou (24/10/08), em carta dirigida aos membros do organismo que dirige, que se vai candidatar a um segundo mandato. 
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Jacques Rogge, assumiu pela primeira vez a presidência do COI em Julho de 2001.
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A eleição decorrerá  em Outubro de 2009 em Copenhaga, durante a 121ª  Sessão do COI. Nesta Sessão será, ainda, escolhida a sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Recorda-se que as cidades em compita são: Chicago (EUA), Madrid (Espanha), Rio de Janeiro (Brasil), Tóquio (Japão).
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Caso seja confirmada a sua reeleição no ano que vem, Rogge iniciará seu segundo mandato até 2013, pois após os casos de corrupção relacionados aos Jogos de Inverno de 1998, em Salt Lake City, o COI decidiu que o mandato máximo de seus presidentes é de 12 anos. Uma medida que devia ser considerada pelo Comité Olímpico de Portugal bem como por todos os Clubes, Associações e Federações desportivas nacionais.
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Nos seus primeiros oito anos como presidente do COI Jacques Rogge protagonizou uma luta sem tréguas contra o doping, criou os Jogos Olímpicos da Juventude, introduziu mudanças no programa olímpico ao excluir a partir de 2012 modalidades como o beisebol e o softbol e, finalmente, protagonizou um discurso completamente novo no mundo do Movimento Olímpico ao considerar o Olimpismo como um catalizador de mudança das grandes transformações sociais e políticas de que o mundo necessita.
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Olympic Studies Reader

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Políticas Desportivas Comparadas

Portugal vs. Reino Unido

José Pinto Correia

Em Portugal dirigentes, académicos e comentadores ligados ao desporto referem-se com alguma regularidade à ausência de consistentes políticas e estratégias de desenvolvimento do desporto, o que impossibilita a definição de um quadro de referência e dos correspondentes planos de acção mobilizadores das diferentes instituições e agentes desportivos (governo e administração pública desportiva, escolas, federações, clubes, autarquias, nomeadamente) que são os actores principais da construção e afirmação do valor e potencial do desporto no País.

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Políticas Públicas Desportivas

Portugal - Acções & Omissões

José Pinto Correia

As políticas públicas desportivas podem ser sempre de dois tipos fundamentais: ou de acção ou de omissão. Em qualquer destes dois casos estamos sempre perante políticas públicas e nelas intervêm, naturalmente, os agentes e órgãos públicos políticos responsáveis pela sua definição e condução efectiva.
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No primeiro caso, o das políticas públicas de acção, podemos constatar habitualmente a realização concreta de programas, de actividades, uns e outras concertados e envolvidos por estratégias claras e conhecidas que pretendem impulsionar um sistema ou um conjunto de instituições e agentes organizacionais. .

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A Metáfora Política

As Organizações Desportivas e a Governação do Desporto

José Pinto Correia

1. Características da Metáfora Política

Em Portugal predomina largamente no discurso mais aprofundado teoricamente ou no discurso corrente do homem comum a “metáfora política das organizações desportivas”. É através desta metáfora e dos seus ingredientes fundamentais que se discorre sobre os problemas de funcionamento, as estratégias ou falta delas, os mecanismos de poder, a representação das estruturas organizacionais e outros temas das organizações do nosso sistema desportivo federado.
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A Ásia e o Olimpismo Institucional

Beijin 2008*

Abel Figueiredo
(namban@netcabo.pt)

I. Introdução

He Zhenliang, presidente honorário do Comité Olímpico Chinês, afirmou em 2006 (1) ter consciência clara que os Jogos Olímpicos de Tóquio (Japão) e os de Seoul (Coreia do Sul) foram importantíssimos para os países asiáticos antecessores na respectiva organização, notando especificamente como a Coreia do Sul foi ajudada a resolver problemas diplomáticos e a tornar-se um país com um médio desenvolvimento económico.
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Desporto é Política

Levantem-se e Marchem…

Gustavo Pires

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Desde a institucionalização do desporto era moderna em finais do século XIX por Pierre de Coubertin ao fundar o Comité Olímpico Internacional, os dirigentes dos mais diversos países e regimes, sempre se serviram do desporto para fins políticos, em função das suas convicções ideológicas ou simples interesses políticos ou até mesmo pessoais.
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O problema é que se uns o fizeram colocando o desporto ao serviço do desenvolvimento humano, outros, sem quaisquer preconceitos, colocaram-no ao serviço dos seus regimes e dos seus próprios interesses.

  • Ao tempo de Benito Mussolini, o mote da equipa italiana para o Campeonato do Mundo de Futebol de 1938 foi “vençam ou morram”.
  • Na mesma década, a URSS idealizou um programa de educação física sob a divisa “prontos para a defesa e o trabalho”.

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Instalações Desportivas Artificiais

A Adaptação da Região

Um trabalho de: João Paulo Almeida

Beijing 2008: Temas & Problemas

Um Sonho Chinês

Ao contrário daquilo que os ocidentais possam pensar, os Jogos para os chineses foram um enorme sonho. Um sonho com mais de cem anos.
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Em 1907, um programa de Educação Física já colocava três questões fundamentais ao desporto chinês:
(1ª) Quando é que a China será capaz de enviar atletas vencedores aos Jogos Olímpicos?
(2ª) Quando é que a China será capaz de enviar equipas vencedoras aos Jogos Olímpicos?
(3º) Quando é que a China será capaz de organizar os Jogos Olímpicos?

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Jogos Olímpicos

E não só

Vinhais Guedes

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Há cerca de dois meses que referi que os Jogos Olímpicos de Pequim corriam alguns riscos. Referi também que a sua realização nunca estaria em causa, dada a dimensão dos interesses envolvidos.

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Educação Desportiva

Desporto e Desenvolvimento Pessoal e Social

António Rosado
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.O sistema desportivo deve ter um papel decisivo no desenvolvimento pessoal e social, no desenvolvimento de competências de vida e no desenvolvimento moral e do carácter dos participantes que lhe são confiados. Isto significa um alinhamento com os valores...

Carta Olímpica

Fundamentos do Olimpismo

A Carta Olímpica que rege actualmente o Movimento Olímpico entrou em vigor em Julho de 2007 e apresenta os seguintes elementos definidores

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Políticas Públicas

Gestão Desportiva e Poder nas Federações em Portugal

José Pinto Correia*
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Abriu-se em Portugal, ainda que timidamente, em torno da recente proposta governamental de “Regime das Federações Desportivas”, um debate sobre o estado actual do sistema desportivo federado e sobre o âmbito e o alcance dos poderes de intervenção legislativa do Estado/Governo nesse mesmo sistema federado.

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Do Olimpismo

Olimpismo, Jogos Olímpicos e Liberdade

José Pinto Correia
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“As liberdades não são apenas o fim primordial do desenvolvimento, contam-se também entre os meios principais” (1)

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Tempos de Mudança

Comité Olímpico Internacional

Yang Chunlin dissidente chinês, foi condenado a cinco anos de prisão por subversão, simplesmente por ter dito que “a China precisa de respeito pelos Direitos Humanos em vez de Jogos Olímpicos”!
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A pergunta é:

Pode um país com semelhante justiça organizar os Jogos Olímpicos?

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Olimpismo & Política

Declaração de Jacques Rogge

Presidente do Comité Olímpico Internacional

O acender da Chama Olímpica amanhã em Olímpia é um momento de reflexão acerca da missão do Comité Olímpico Internacional.
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A Questão do Tibete

A Tocha Olímpica ao Serviço da Liberdade

Gustavo Pires

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O desporto vivido à margem de toda e qualquer realidade social, económica e política, não passa de uma actividade alienante utilizada como manobra de diversão para desviar a atenção da generalidade das pessoas e dos países dos seus verdadeiros problemas.
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