Políticas Públicas Desportivas

Portugal - Acções & Omissões
José Pinto Correia
As políticas públicas desportivas podem ser sempre de dois tipos fundamentais: ou de acção ou de omissão. Em qualquer destes dois casos estamos sempre perante políticas públicas e nelas intervêm, naturalmente, os agentes e órgãos públicos políticos responsáveis pela sua definição e condução efectiva.
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No primeiro caso, o das políticas públicas de acção, podemos constatar habitualmente a realização concreta de programas, de actividades, uns e outras concertados e envolvidos por estratégias claras e conhecidas que pretendem impulsionar um sistema ou um conjunto de instituições e agentes organizacionais.
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No primeiro caso, o das políticas públicas de acção, podemos constatar habitualmente a realização concreta de programas, de actividades, uns e outras concertados e envolvidos por estratégias claras e conhecidas que pretendem impulsionar um sistema ou um conjunto de instituições e agentes organizacionais.
A Metáfora Política

As Organizações Desportivas e a Governação do Desporto
José Pinto Correia
1. Características da Metáfora Política
Em Portugal predomina largamente no discurso mais aprofundado teoricamente ou no discurso corrente do homem comum a “metáfora política das organizações desportivas”. É através desta metáfora e dos seus ingredientes fundamentais que se discorre sobre os problemas de funcionamento, as estratégias ou falta delas, os mecanismos de poder, a representação das estruturas organizacionais e outros temas das organizações do nosso sistema desportivo federado.
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A Ásia e o Olimpismo Institucional

Beijin 2008*
Abel Figueiredo
(namban@netcabo.pt)
(namban@netcabo.pt)
I. Introdução
He Zhenliang, presidente honorário do Comité Olímpico Chinês, afirmou em 2006 (1) ter consciência clara que os Jogos Olímpicos de Tóquio (Japão) e os de Seoul (Coreia do Sul) foram importantíssimos para os países asiáticos antecessores na respectiva organização, notando especificamente como a Coreia do Sul foi ajudada a resolver problemas diplomáticos e a tornar-se um país com um médio desenvolvimento económico.
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Desporto é Política

Levantem-se e Marchem…
Gustavo Pires
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Desde a institucionalização do desporto era moderna em finais do século XIX por Pierre de Coubertin ao fundar o Comité Olímpico Internacional, os dirigentes dos mais diversos países e regimes, sempre se serviram do desporto para fins políticos, em função das suas convicções ideológicas ou simples interesses políticos ou até mesmo pessoais.
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O problema é que se uns o fizeram colocando o desporto ao serviço do desenvolvimento humano, outros, sem quaisquer preconceitos, colocaram-no ao serviço dos seus regimes e dos seus próprios interesses.
- Ao tempo de Benito Mussolini, o mote da equipa italiana para o Campeonato do Mundo de Futebol de 1938 foi “vençam ou morram”.
- Na mesma década, a URSS idealizou um programa de educação física sob a divisa “prontos para a defesa e o trabalho”.

