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Desporto &
Desenvolvimento humano

Jogos Olímpicos de Inverno

Vancouver 2010

Poucos portugueses são capazes de dizerem sim ou dizerem não; determinarem um objectivo claro; e traçarem uma linha recta para o alcançarem.
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Danny Silva provou ser capaz de o fazer. Participou nos Jogos Olímpicos de Inverno - Turim (2006) nos “15Km de Esqui de Fundo”.
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Recorde-se que Jogos Olímpicos de Inverno, por proposta de Coubertin, realizaram-se pela primeira vez em Chamonix em 1924. Portugal iniciou a sua participação nos Jogos Olímpicos de Inverno em Oslo 1952. Muito poucos portugueses conseguiram a proeza de participar nuns Jogos Olímpicos de Inverno.
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Danny teve de treinar, frequentar estágios, participar em competições internacionais, sujeitar-se a controlos antidoping e, finalmente, obter o resultado mínimo de acesso.
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O Estado, através do Comité Olímpico de Portugal, suportou a despesa de 33.131,52€. Danny obteve o 94.º lugar entre 99 atletas.
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Aquilo que há cerca de quatro anos pensávamos ter sido um qualquer capricho de juventude aconteceu novamente: Danny Silva, pela segunda vez, conseguiu o feito de obter o resultado que lhe permitiu agora estar mais uma vez a participar nos Jogos Olímpicos de Inverno desta feita os Jogos de Vancouver (2010).
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Danny Silva  Fez opções, definiu o objectivo, determinou um rumo e atingiu a meta desejada. Ele sonhou, lutou e fez o futuro acontecer.
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Danny Silva vai competir nos Jogos Olímpicos de vacouver (2010) na prova de 15 quilómetros em estilo livre de esqui de fundo.
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Os nossos parabéns para Danny Silva e os nossos desejos de uma participação tão boa quanto possível.
 
O problema é que, hoje, no mundo do desporto e a participação nuns Jogos Olímpicos já não acontece só por entusiasmo e voluntarismo. Danny Silva, acabou por ficar em único representante português nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, em Vancouver, ficou em 95.º e foi o último classificado na prova de 15 quilómetros de esqui de fundo.

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O esquiador português, de 36 anos, já passou em último lugar aos 4,9 quilómetros e não mais deixou essa posição, acabando bem longe, a 3.37,8 minutos, do penúltimo classificado.
Danny Silva gastou 49.31,4 minutos, mas não desistiu.
Aguarda-se o relatório do COP.

Participação de Portugal nos Jogos Olímpicos de Inverno

Oslo (1952) - Duarte Espírito Santo ficou classificado em 69º lugar na prova de descida.
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Calgary (1988) - Participaram três equipas:
Bobsleigh de dois: António Reis e João Poupada; Jorge Magalhães e João Pires;
Bobsleigh de quatro: Rogério Bernardes, António Reis, João Pires e João Poupada.

Lillehammer (1994) - Georges Mendes ficou em 30º lugar na prova de descida e em 41º lugar no slalom gigante.
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Nagano (1998) - Mafalda Queirós Pereira ficou em 21º lugar no esqui acrobático e Fausto Marreiros ficou em 31º lugar nos 5000 metros de patinagem.
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Em Turim (2006) - Danny Silva ficou em 94º lugar na prova de 15Km de esqui de fundo.

Actualizado em 16/02/2010.
 

Esporte, Educação e Valores Olímpicos

Comité Olímpico Brasileiro

O Comité Olímpico Brasileiro, ao contrário de congéneres por esse mundo fora, teve o bom senso e a inteligência de perceber que, relativamente ao processo relativo ao livro de Katia Rubio “Esporte, Educação e Valores Olímpicos”, estava a ir por caminhos que não levavam a lado nenhum.
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Vivemos num mundo em rede, num mundo com lógicas que nada têm a ver com o passado recente do Movimento Olímpico em que os líderes afirmavam a sua liderança através do “quero, posso e mando”. .
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Jacques Rogge, um homem do “soft power”, tem vindo a promover uma paulatina abertura do Comité Olímpico Internacional que deve ser um exemplo para os dirigentes olímpicos por esse mundo fora.
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Esperamos que esses dirigentes, agora, sigam o exemplo do COB e percebam que sem um ambiente de debate franco e aberto e sem a produção de conhecimento não existe nem evolução nem progresso.
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Aqui deixamos as nossas felicitações à Profª Katia Rubio mas também ao COB que teve a capacidade de perceber que só erra quem não está disponível para corrigir.
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As peças do processo:  www.blog.cev.org.br/katiarubio

Katia Rubio - Relato dos acontecimentos na 1ª pessoa

Mas não importa não faz mal, você ainda pensa e é melhor do que nada…
A sexta-feira começou cheia de expectativa. Nenhum sinal de fumaça vindo do Rio de Janeiro. Na ESPN as chamadas para o programa Juca Entrevista já estavam no ar e as mensagens chegavam trazendo a expectativa de muitos sobre a repercussão do programa. Com o Juca não se brinca!

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Família Olímpica

ESTUDOS OLÍMPICOS NO BRASIL

PELO DIREITO OLÍMPICO DE SE ESTUDAR E PESQUISAR NO BRASIL

Uma carta da Profª. Dra. Katia Rubio
Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo

Desde que ingressei na Universidade de São Paulo como docente fui posta à prova em um processo seletivo, três concursos, além das bancas de mestrado, doutorado e livre docência. Essa é a razão de ser da vida acadêmica. Sem contar na participação dos inúmeros editais que concederam auxílios ou bolsas aos projetos de pesquisa que desenvolvo. Com isso quero dizer que estou acostumada a ser avaliada e julgada de forma quase que ininterrupta há muitos anos.

Penso que aceitei o desafio da vida acadêmica porque fui criada e educada dentro do esporte. Aprendi ao longo da minha vida esportiva que o sucesso é o resultado de um processo que envolve dedicação, disciplina, determinação e que perder e ganhar faz parte do jogo. Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas aprendendo a jogar, já cantava Elis. Tive a felicidade de contar com excelentes professores e técnicos que apontavam a todo instante a fundamentação ética dessa atividade, sem necessariamente evocar essas palavras.

Talvez venha daí o meu compromisso como pesquisadora e educadora: tive grandes mestres que adotaram uma pedagogia mimética e me inspiraram a fazer o mesmo.

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